
Acho engraçado como as músicas, filmes e tudo o mais que estão ligados a idéia do amor estão cada vez mais sensacionalistas. Bem, desde que o mundo é mundo essas crenças tomam o seu espaço, Shakespeare que o diga.
Quantas músicas conseguem mudar nossos humores em segundos, despertar saudade que achávamos não existir mais, ou de inventar histórias...
Os filmes, tão fantasiosos, quase nada realistas. Mas conseguem gerar lágrimas, emoções.. ilusões. Não é a toa que há tantas decepções amorosas.
As pessoas querem histórias de cinema, amor à primeira vista, mas esquecem do valor das atitudes, da realidade que as espera, esquecem de desligarem-se da telinha, esquecem de si mesmas. Abrem as portas para a decepção.
O coração, coitado, está disponível, sempre aberto. Mas esquecem os olhos fechados.
Não estou aqui para julgar o modo de vida de ninguém, não discordo nem desacredito em histórias (reais) de amor. Mas acreditem, amores de novela são poucos.
Se todos resolvessem "cair na real", e se afastassem dessa onda de ser amado o tempo todo, as pessoas conheceriam menos decepções, seriam talvez mais felizes. Esqueçam a intensidade, já dizia o ditado "Quanto maior o vôo, maior a queda".
Esqueçam canções de amor.
Aninha! Foi mais do que uma surpresa receber o seu comentário no meu blog! Eu senti o meu rosto arrepiar lendo o que escreveu...
ResponderExcluir"Infelizmente, nem todas as mães tem a noção da vida que geram, e pior, do imenso amor que essa vida, ainda que invisivel, é capaz de gerar já que para alguns, é mais facil carregar uma vida no ventre que no coração." Fiquei feliz por ler o que escreveu a respeito do que sente. Uma vida no coração...tão lindo...realmente me fascina que possamos carregar uma vida no ventre, mas ainda é mais fascinante como uma vida nasce dentro do nosso peito...de modo que jamais possa ser arrancada de lá...de modo que o cordão fique ligado para sempre...um cordão invisível...o mais forte que há.
Gostei de ler o seu texto, pois traz um olhar diferente. Quando percebi já estava pensando "realmente temos que ser mais tolerantes com as pessoas que nos relacionamos", pois o seu texto me trouxe essa idéia nas entrelinhas.
Nós esquecemos da realidade, talvez por senti-la pesada demais em tantos momentos...e nos esquecemos que esquecer dela não significa transformá-la...
Muitas vezes ansiamos por histórias de loucuras de amor e esquecemos de fazer um carinho no momento em que o outro mais necessitava...esquecemos que as histórias não surgem como surgem nas telas do cinema...esquecemos que somos protagonistas da história que quisermos fazer parte e que mesmo que façamos tudo certo, nada garante que o outro protagonista faça também. E será que fazemos tudo certo quando pensamos que fazemos ou somos tendenciosos quando lembramos de nós próprios?
A intensidade nos faz "esquecer" que o outro é humano também...bom mesmo é a intensidade realista...será que existe?
Saudades de você amiga...quero te ver!
Continue escrevendo! Adorei entrar aqui!
Beijinhos!